sexta-feira, 18 de junho de 2010

A transmutação da água em vinho

Três dias depois, houve um casamento em Caná da Galiléia, achando-se ali a mãe de Jesus. Jesus também foi convidado, com os seus discípulos, para o casamento.

E tendo acabado o vinho, a mãe de Jesus lhe disse: Eles não têm mais vinho!

Mas Jesus lhe respondeu: Mulher, que tenho eu com isso? Ainda não é chegada a minha hora!

Então ela falou aos serviçais: Fazei tudo o que ele vos disser. Estavam ali seis talhas de pedra que os judeus usavam para as purificações, e cada uma levava duas ou três metretas.

Jesus lhes disse: Enchei de água as talhas. E eles as encheram totalmente. Então lhes determinou: Tirai agora e levai ao mestre-sala. Eles o fizeram.

Tendo o mestre-sala aprovado a água transformada em vinho, não sabendo de onde viera, se bem que o sabiam os serviçais que haviam colocado a água, chamou o noivo, e lhe disse: Todos costumam servir primeiro o bom vinho e, quando já beberam fartamente, servem o inferior; tu, porém, guardaste o bom vinho até agora.

Com este deu Jesus princípio a seus sinais, em Caná da Galiléia; manifestou a sua glória e os seus discípulos creram nele. Depois disso desceu ele para Cafarnaum, com sua mãe, seus irmãos e seus discípulos; e ficaram ali não muitos dias.

     Nesta oportunidade, Jesus, sabendo que não havia chegado o momento propício, ainda queria manter segredo sobre seus poderes. A transmutação da água em vinho foi o primeiro milagre de Jesus, nas bodas de Caná, passagem onde se registra o amor e o respeito de Jesus por Sua Mãe, atendendo ao pedido de Maria e realizando um milagre antes da hora prevista pelo Pai Celestial, conforme nos relata João.

     Vale observar que uma metreta eqüivale a 29 litros e o tratamento de “Mulher”, na resposta de Jesus à Sua Mãe, era, na época, uma forma de afetuoso respeito. Neste primeiro fenômeno, Jesus simplesmente aplicou seu poder de transmutação, que é a modificação provocada pela alteração do padrão vibratório, para mais ou para menos elevado, na estrutura de um ser, em qualquer dos três reinos da Natureza, modificando sua composição atômica.

     Foi pela ciência da transmutação que se erigiram os grandes monumentos de pedra, até hoje contemplados em sua magnificência e com técnica não desvendada pelos pesquisadores: os Tumuchy conheciam profundamente a transmutação, e faziam a areia virar água e virar pedra, bem como transmutavam o metal comum em ouro e em prata.

     A tão ambicionada Pedra Filosofal, procurada por cientistas e magos devido a seus efeitos de transmutar metais comuns em preciosos, nada mais é do que a Ciência da Transmutação.

     Atualmente, em nossa Corrente, a correta manipulação de forças gera efeitos de transmutação, causando a ocorrência de grandes fenômenos curadores pela alteração da composição química do organismo humano, levando ao equilíbrio, no plexo físico, da área vibracional, acertando cada uma das células que já estavam desorganizadas por agentes desestabilizadores, causadores da doença.

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